Bela,
Um olhar seguro em meio ao caos
Mas, a luz dos teus olhos indaga
Tudo o que viveu e o que há de chegar.
A lembrança de tuas dores não se apaga...
Acreditas que há trabalho com poder,
Abraça qualquer fé pra seguir...
Pois, vem o ânimo – força pro saber.
Sei que és cometa e há de partir.
Tanta beleza em teu corpo,
Que não cabe imperfeição.
Vê na matéria, ouro de louco,
O alimento da auto destruição.
Porém, como o que nos alimenta
É o mesmo mato que nos destrói,
Segue a corrente, vais tu, em frente...
Pois, és bela – contemporânea Cinderela.
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