domingo, 15 de fevereiro de 2009

Bela (Isabela)

Bela,

Um olhar seguro em meio ao caos
Mas, a luz dos teus olhos indaga
Tudo o que viveu e o que há de chegar.
A lembrança de tuas dores não se apaga...

Acreditas que há trabalho com poder,
Abraça qualquer fé pra seguir...
Pois, vem o ânimo – força pro saber.
Sei que és cometa e há de partir.

Tanta beleza em teu corpo,
Que não cabe imperfeição.
Vê na matéria, ouro de louco,
O alimento da auto destruição.

Porém, como o que nos alimenta
É o mesmo mato que nos destrói,
Segue a corrente, vais tu, em frente...
Pois, és bela – contemporânea Cinderela.

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