Há de ser o vagabundo,
Ou o rico bom vivant?
O pobre do esquisito?
O senhor excêntrico?
O jovem dependente?
O “nóia” maconheiro?
O homem sensato?
O filósofo de boteco?
O político incorreto?
O presidente “analfabeto”?
O barão alcoólatra?
O pedreiro cachaceiro?
A menina mal amada?
A vadia submissa?
O rapaz traído?
O corno manso?
O senhor alterado?
O velho caduco?
O mocinho insolente?
O maloqueiro “respondão”?
O árbitro de futebol?
O filho da puta?
O automóvel novo?
O veículo cubano?
A cachaça de alambique?
O uísque doze anos?
Allah da castração?
Deus da inquisição?
Enfim, nasceu o dia,
E é noite no Japão...
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