Eis o sábio poeta da vez,
Confundindo o bom português,
Vertendo filosofias em versos
Ao inábil e torto que desfez...
Eis o redentor das aflições,
Detentor de todas as razões
Que, efusivo deixa os corações...
Libertando-nos com seus perdões...
Eis que surge tenaz e pedante,
Detentor de todas as razões
(certo num mundo errante),
Transformando versos em orações...
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